Aguinaldo Alexandre dos Santos Cabral, nasceu em Lisboa em 29/06/1939. Médico especialista em Pediatria Médica, com particular relevo nas Doenças Hereditárias do Metabolismo (DHM). Até à sua aposentação (2003), trabalhou na Unidade de Doenças Metabólicas do Serviço de Pediatria do Hospital de Santa Maria (HSM), unidade pioneira em Portugal no diagnóstico e tratamento destas patologias.
Pertenceu ao Quadro de Investigadores Clínicos do Centro de Metabolismos e Genética/Centro de Patogénese Molecular da Faculdade de Farmácia da UL. Integrou a Comissão Nacional de Diagnóstico Precoce (1984-2003). Como Bolseiro da Embaixada de França, estagiou na Clinique de Génetique Médical (H. Necker-Enfants Malades- Paris), em 1988.
Exerceu actividade docente continua de 1976 a 2003, e probono até 2015. Cofundador da Consulta de Prevenção das Doenças Cardiovasculares do Serviço de Pediatria do HSM (1997). Sócio Fundador, primeiro presidente (2002) e Sócio Honorário (2019), da Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. Sócio Honorário da APOFEN. Fez parte das Comissões Organizadoras ou Científicas, e foi prelector e moderador de inúmeras reuniões científicas, nacionais e internacionais, sobre DHM. Foi autor e co-autor de dezenas de trabalhos publicados: monografias, capítulos de livros/tratados portugueses e estrangeiros dedicados a estas doenças. Integrou o Conselho de Leitura/Conselho Científico de várias revistas médicas (ex: Acta Prediátrica Portuguesa), e do Corpo Redactorial de revistas sindicais médicas (ex: Revista dos Médicos da FNAM).
Foi dirigente estudantil nos anos 60. Participou activamente na Crise Académica de 1962, como vice-presidente da Comissão Pró-Associação dos Estudantes de Medicina de Lisboa. Foi um dos 81 estudantes que, nessa luta, ocuparam a Cantina da Cidade Universitária, e iniciaram uma greve de fome, de protesto. Preso político em 1965 (Aljube e Forte de Caxias).
Conselheiro junto da Direcção-Geral dos Hospitais, em 1975, e representante do DGH para o Grupo de Trabalho para o Estudo da Carreira Médica Nacional. Foi Sócio fundador do Sindicato dos Médicos da Região Sul (1979, mais tarde da Zona Sul). Dirigente sindical médico até 2021. Cofundador da AMPDS (Associação de Médicos Pelo Direito à Saúde), em 2018. Medalha de Mérito da Ordem dos Médicos, em 2015.
Aguinaldo Cabral


Ana Abel
Nasce em Lisboa em Campo de Ourique, em casa, como se nascia naquela época, num domingo de setembro de 1946.
Aos 16 anos, estudante do Liceu Nacional de Oeiras, torna-se ativista da luta estudantil durante a Crise Académica, e membro do PCP, em 1962.
Foi presa em 21 de janeiro de 1965, ainda no liceu, pela PIDE, que a foi buscar a casa. Após os interrogatórios na sede PIDE, esteve durante três meses presa no Forte de Caxias.
Conhece Aguinaldo Cabral, no ano de 1967. Casa em 28 de março de 1968.
Em 1971, foi ter com o marido a Henrique de Carvalho (Saurimo) e seis meses depois ao Cacolo, no leste de Angola, nessa altura já com um filho de dois anos. Esteve em Angola durante um ano.
Já grávida do segundo filho, em 1972 reinicia os estudos de medicina, e licencia-se em 1976 na Faculdade de Medicina de Lisboa
Fez o Serviço Médico à Periferia durante todo ano de 1979. Experiência humana riquíssima.
Tornou-se médica especialista em Obstetrícia e Ginecologia.
Trabalhou na Maternidade de Sta. Bárbara, Magalhães Coutinho e hospital do Barreiro. Foi Directora Clínica do H. Barreiro, de 2005 a 2010.
Manteve-se como activista pelos direitos das mulheres. Membro do Movimento Democrático de Mulheres (MDM), desde 1974, pertenceu ao Conselho Nacional do MDM.
Empenhou-se publicamente na defesa do Planeamento Familiar e da Interrupção Voluntaria da Gravidez em sessões e debates públicos. Esteve na génese da criação das consultas de IVG do Hospital do Barreiro/ Medicina Geral e Familiar do ACES do Barreiro.
Recebeu uma menção honrosa no concurso de poesia promovido pela Sociedade Portuguesa de Escritores Médicos (SOPEM), em 1983.
Foi convidada a integrar a direção da SOPEM de 1984 a 1987, presidida pelo Prof. Barahona Fernandes, e fazendo parte da direção, Prista Monteiro, António Bellini Jara, Armando Moreno
Publica poesia e pequenas crónicas, na revista “Mulheres”, numa rubrica chamada “Quotidiano Breve” (1978-1989), e no jornal “O Diário”. A sua poesia foi lida na rádio, pela Fernanda Lapa, e tem aparecido ao longo dos anos em vários eventos sociais e políticos.
Fez parte da direção da Ordem dos Médicos de 2014 a 2017.
É socia fundadora e vice-presidente da Associação de Médicos pelo Direito à Saúde (AMPDS). É defensora intransigente do SNS.
Em 2020, concorre, como cabeça de lista, às eleições autárquicas da freguesia de Benfica, pela CDU, tendo sido eleita. Faz parte, actualmente, da Assembleia de Freguesia de Benfica.






Ana Flausino
Ana Maria Marques Flausino nasceu em 1950, Coruche. Com o Curso do Magistério Primário de Évora, Especializada na área da Deficiência Mental «FID» em 1985 pelo Instituto António Aurélio da Costa Ferreira, Lisboa e Licenciada em Estudos Superiores Especializados em «Problemas Graves de Cognição» pela ESE de Lisboa, em 1988.
Para além de ter exercido funções docentes com filhos de emigrantes na Alemanha Federal, na zona de Stuttgart (1974) exerceu grande parte da sua atividade profissional em Lisboa e quase sempre, ligada à Educação Especial, optando por concluir a carreira profissional, na terra onde nasceu.
Foi autora de vários Projetos em Coruche: «CRIC» – Crianças Inadaptadas de Coruche – Centro de Reabilitação e de Integração de Coruche (1997); «ENCOSTATAMIM» – Projeto de Apoio ao Doente Oncológico e seus Familiares (2008); «ODAC» – Oficina D´Artes de Coruche – (2013).
Trabalhos Publicados:
– «Entrevista COM… Dra Ana Maria Bénard da Costa» – (Diretora de Serviço do Departamento de Educação Especial da DGBS e Vice- Presidente da ANDICAP) Entrevista correlacionada com as TIC na Educação Especial em Portugal, publicada no jornal Minerva Especial n.º 3 da F.M.H.
– «Projeto Crescer» – Artigo publicado na contracapa da Revista n.º 1 (1988) do Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica, Apoios Educativos.
– Alguns Artigos de Opinião no jornal de Coruche «O Sorraia» (extinto/Janeiro 2006).
«Todos Diferentes, Todos Iguais»; «Tio Bell e as Criancinhas»; «A Princesa Mal Amada» e «À Beira de Um Ataque de Nervos».
– Autora de peças de teatro para crianças:
«Uma História Verdadeira» - Peça de Natal / em verso) e representada na Escola n.º 45 de Carnide, Lisboa e em Coruche.
«Portugal, Português» Peça sobre a História de Portugal/em verso) representada na Escola n.º 45 de Carnide, em Lisboa.
– Autora de Livro de Poemas: «As Inquietudes dos Meus Cristais» – Chiado Editora /Setembro 2011.
– Tem participado em várias colectâneas (Antologias da Poesia Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho, Volumes V e VI ( 2014 e 2015)» da Chiado Editora; V Colectânea de Poesia Lusófona em Paris (2023).
– Faz parte do grupo em Coruche «Um Poema na Vila» não só com a palavra escrita ou dita, mas também através das artes plásticas (pintura) que considera, criar em si mesma, um diálogo mais intenso com o Observador conseguindo assim, mais facilmente, ultrapassar tabus ou preconceitos.


António MR Martins
António MR Martins, nasceu em Lisboa, a 27 de novembro de 1955 e reside em Ansião, distrito de Leiria. Tem dez livros editados: "Ser Poeta" e "Quase do Feminino", 2009, "Foz Sentida", 2010, "Águas de Ternura", "Máscara da Luz", 2011, "Margem do Ser", 2014, "De Soslaio", 2015, "Severo Destino", série "mínima" (uma edição manufaturada), 2015 e "Porta Entreaberta", série "mínima" (uma edição manufaturada), 2016 e "Empresta-me a Palavra", 2016. "O tempo também arde" é a sua décima primeira obra. Como prefaciador de diversas obras, já apresentou vários livros de diferentes autores e obteve alguns prémios literários. Participou em diversos trabalhos antológicos, nas mais variadas chancelas editoriais. Foi júri do II Concurso de Poesia da Associação Cultural DRACA (Palmela), em 2012. Colabora com alguma imprensa regionalista. Alguns dos seus poemas foram traduzidos para espanhol, inglês, romeno e chinês. Coordenou a primeira Antologia de Poetas Portugueses, na Roménia, da Bibliotheca Universalis, lançada em janeiro de 2017. Participou no 6.º Festival Literário de Macau – Rota das Letras 2017. Homenageado pelo grupo Asas de Poesia, na Biblioteca Municipal da Maia, em tertúlia de poesia, 2017. Participou no 1.º Encontro de Autores do Norte do Distrito de Leiria, na Biblioteca Municipal de Alvaiázere, 2017. Participou na Revista Poesia 2018, Rio de Janeiro, Brasil.




Ascensão Lopes
Ascensão Ferreira Lopes nasceu em Várzea de Calde, distrito de Viseu, a 22-10-1962, reside atualmente na Póvoa de Varzim.
É casada e mãe de duas filhas. O seu maior orgulho é a família.
Trabalhou na Suíça vários anos no ramo da hotelaria.
Frequentou diversos cursos no Lar S. Pierre e no Lar da Santa Casa da Póvoa de
Varzim onde também exerceu a profissão de auxiliar de ação médica.
Atualmente trabalha na sua empresa na Póvoa de Varzim.
Desde os primeiros tempos que a poesia e o conto infantil são a sua paixão e companhia nas horas vagas, não se considera poetiza, mas sim uma amante da poesia.
Publicou a sua primeira obra em 2002, com segunda edição em 2012 sob o título
“Memórias da Minha Terra” (poesia), a que se seguiu, em 2006, “Um Olhar Meu” (poesia).
Iniciou-se na literatura infantil com o título” A Flauta do Cavalo Branco” (2011), a que se seguiu “Ana Rita e os Amigos” (2013) e
“O Farol dos Pequenos Aventureiros” (2014) – Editora Mosaico de Palavras.
Em 2018, publicou “Os Novos Contos da Ana Rita”, “Aquela Valsa” e “Matilde e Avó” – Editora Mosaico de Palavras.
Participou em coletâneas de prosa e poesia “A Arte pela Escrita” Quatro (2011),
Cinco (2012), Seis (2013) Sete (2014),
– Mosaico de Palavras e Editora EscritArtes.
Em 2015 nas antologias de poesia “Mar de Bruma”, “Ventos do Norte” e “As Cores do Mar” no grupo Poetas Poveiros e Amigos da Póvoa.
Em seguida participou no grupo Solar de Poetas com as respetivas coletâneas:
“Poesia Volume II” em 2017; “Vi uma Estrela” em 2019; “Quando o Menino Chegar” em 2020; “Hoje Nasceu o Salvador” em 2021; “Ouro, Senso e Mirra” em 2022; “Conta-me um Conto” Coletânea infantojuvenil em 2022; “Além numa Choupana” em 2023.
Participou na “Coletânea de Poemas, Melodias e Imagens” (Compositor António Teixeira), em 2023 e 2024.
Em 2024 apresenta nova obra “A Cantar Vamos Aprender” – literatura infantil – auxiliar escolar (Editora Modocromia).




O Livro que apresenta 7 anos de investigação sobre o caso de Madelaine McCann.


The book that presents 7 years of research into the case of Madelaine McCann.
Bernt Stellander, norueguês, nasceu em 1967 em Graz, Áustria. Tem experiência como Polícia Militar no Exército Norueguês e nas forças da ONU no Líbano.
Fez formação em optometria em Kongsberg, negócios e economia no NHH em Bergen.
Como inventor na área do golfe patenteou várias tecnologias de alinhamento de tacos, designs e outros produtos de golfe.
É o fundador da Profound Golf.
As tecnologias de alinhamento de tacos de golfe, criadas por Bernt, mais tarde, evoluíram para um amplo conjunto de aplicações de alinhamento, a que deu o nome de “TrollEye positioning systems” (sistemas de posicionamento TrollEye).
Bernt Stellander, Norwegian, was born in 1967 in Graz, Austria. He has experience as a military policeman in the Norwegian Army and in the UN forces in Lebanon.
He studied optometry in Kongsberg and business and economics at the NHH in Bergen.As an inventor in the field of golf, he has patented various club alignment technologies, designs and other golf products. He is the founder of Profound Golf.
The golf club alignment technologies created by Bernt later evolved into a wide range of alignment applications, which he called "TrollEye positioning systems".
Bernt Stellander
Carlos Bondoso
Natural de Moimenta da Beira, grande parte da sua vida vivida em São Tomé e Príncipe.
Cinco livros de poesia já publicados. Em 2011 SOMBRAS QUE FALAM, em 2012 COR PÚPURA edições Chiado Editora, em 2013 A OUTRA FACE DO VERSO, em 2014 AS CORES DO MEU SILÊNCIO, em 2015 VOOS PICADOS em 2017 CRISTALIDADES, em 2022 AS PEDRAS SANGRAM e em 2026 A TRAVESSIA DAS SOMBRAS edições Modocromia.
Fez parte das antologias de poetas contemporâneos ENTRE O SONO E O SONHO III e IV edições, da Chiado Editora das antologias da Pastelaria Editora BEIJOS DE BICO, POESIA SEM GAVETAS I e II "EROTISMVS" da Esfera do Caos, PALAVRAS DE CRISTAL I, II, III, IV e V da Modocromia, Antologia SOLAR DOS POETAS, Antologia Poética CLEPSYDRA. Antologia MILANDROS DA DIÁSPORA. Agenda MANGUANA. Revista cultural Coletânea de Poesia, HORIZONTES DE POESIA e SINFONIA DO MAR dos poetas Poveiros e Amigos da Póvoa, centenas de poemas publicados em grupos de poesia no facebook. É membro da APP e dos Confrades da Poesia, escreve também para a revista literária Brasileira "Gente de Palavra".












Carlos Campos
Carlos Campos, Nasceu em Lisboa, em 1961. É casado, tem dois filhos e dois netos.
Exerce a advocacia, a par com o jornalismo especializado e o ensino.
Cultiva o gosto e o hábito da leitura e da escrita. Participa, sempre que pode, em encontros e tertúlias literárias e poéticas.
É co-autor da página Quem Lê Sophia de Mello Breyner Andresen no facebook. Participou com alguns poemas no livro Rio de Doze Águas, publicado em 2012, e em várias antologias de poesia.


Carlos Rainha
Carlos Jorge Sobreiro de Andrade Rainha nasceu em Coimbra no dia 16 de Maio de 1960.
Licenciado em Química Analítica pela Universidade de Aveiro, completou na faculdade de Ciências da Universidade do Porto o mestrado em Ensino da Astronomia. atividade a que tem dedicado contínuo interesse e estudo. Neste contexto, a sua tese de mestrado teve a particularidade de contar uma história ficcionada, em língua portuguesa, de uma viagem pelo Sistema Solar, onde, com rigor científico, se dava a conhecer ao leitor os diversos aspetos conhecidos à data do nosso sistema. Foi creditado para dar formação na área de astronomia aos docentes do ensino básico e secundário pelo Centro de formação contínua de Viana do Castelo. Nas várias escolas onde lecionou, criou e dinamizou clubes de astronomia, com o intuito de fomentar o interesse dos alunos e da comunidade escolar nesta área do saber e no gosto pela ciência em geral. Com o mesmo objetivo, fez também diversas palestras e observações astronómicas em parceria com Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais e associações culturais, nas diversas localidades onde residiu, nomeadamente, e mais recentemente, com a Câmara Municipal de Ovar e com a Associação dos Amigos do Cáster da mesma localidade.
No âmbito da comunicação, e então pelo seu sentir a poesia, participou num programa na Rádio Regional em Aveiro, na década de 80, que teve o enfoque na divulgação da poesia neorrealista de autores portugueses e da música alternativa feita na época, com o nome "Os trabalhadores da Palavra". Foi, também na década de 80, um dos dinamizadores do primeiro evento de música alternativa, AgitArte, realizado na cidade de Aveiro.
Em Outubro de 2024, lança o seu primeiro livro de poesia Nos Ritmos da Luz. Obra publicada pela editora MODOCROMIA na coleção a Água e a Sede.
É professor de Ciências Físico-Químicas do Quadro Docente na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, do Agrupamento de Escolas de Ovar.




Carmo da Eira
Nabantino, por nascimento,
Em Poesia, de velas ao vento,
Tardiamente, me fazendo a tal mar,
Espero, ao assim, nele navegar,
Em cada viagem, poder mostrar,
Que, valeu a pena, o atrevimento!
Me não peçam, para desistir,
Pois, se consigo, fazer sorrir,
Emocionar e encantar,
Eis também, porque ouso navegar,
Mesmo tardiamente, em tal mar,
Até aos tempos, que hão-de vir!
Tempos virão, em que, já não estarei,
Como agora, a escrever, eu sei,
Em Poesia, linhas mais,
Mas porque, em ti, não morro jamais,
Minha Poesia, meu cais,
Para sempre, em ti atraquei!


Clementina Matos
Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, Português e Francês, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Obteve seguidamente a sua profissionalização para o ensino com o diploma de Qualificação em Ciências da Educação, pela Universidade Aberta de Lisboa.
Adquiriu em 2012 um diploma de Formação em Bibliotecas Escolares, passado pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto.
Pertenceu aos quadros das escolas Rocha Peixoto e Eça de Queirós, da Póvoa de Varzim, leccionando as disciplinas de Português e de Francês.
Mudou-se para o Porto em 2006, para leccionar na Escola Secundária Garcia de Orta, onde permaneceu até 2009 e foi, nos seguintes dez anos, a responsável pela Biblioteca da Escola Profissional Infante D. Henrique, a cujo quadro pertencia, obtendo a sua aposentação em 2019.
Participou duas vezes em concursos nacionais tendo ganho os prémios: «Dar Voz à Poesia» em Ovar no ano de 2006 e «Abraços de Terra e Rio» em Salvaterra de Magos no ano de 2015.
Em 2015 publicou um livro de Poesia «OS AMANTES DE JANEIRO» e no mesmo ano lançou «A LETRA E», narrativa inspirada em factos vivenciados pela autora no seio de uma família nortenha, em meados do século XX.
Em 2017 publicou um romance baseado em factos da vida real, ocorridos entre o início do século XX e a primeira década do século XXI com o título «PIEDADE».
Em 2019 publicou um livro de poesia integrado numa colecção denominada: «A Água e a Sede» com o título «A CURVA DO TEMPO».
Em 2021 publicou «O GENTIL VAGABUNDO», um conjunto de contos, narrativas baseadas, algumas delas, em factos da vida real.
Em Dezembro de 2022 foi distinguida com o prémio literário, Manuel Teixeira Gomes, atribuído pelo Município de Portimão, com o romance «LINDA COMO UM CRAVO».
Em 18 de Fevereiro de 2023 lançou no Porto o romance «O HOMEM QUE NÃO FECHAVA OS OLHOS».
Em Junho de 2024 lançou na Feira do Livro de Lisboa o romance «UM CHAPÉU EM PARIS»
















Conceição Oliveira
Conceição (Maia Rocha de) Oliveira nasceu em Aveiro, onde reside. Frequentou Línguas e Literaturas Modernas na Universidade de Coimbra. Licenciou-se em Línguas e Literaturas — Português e Francês, pela Universidade de Aveiro. Exerceu docência.
Apaixonada pelas artes, a que se dedica, ensaiou os primeiros 'escritos' no Jornal de Parede do C. Preparatório. Publicou em Jornais Escolares, em Diário Regional (esporadicamente) e assinou um artigo de opinião para um Informativo local, durante 8 anos.
Integrou grupos de Escrita Criativa, participou em concursos literários. Prefaciou, posfaciou, apresentou obras e autores. Ilustrou poemas, contos, e capas de livros.
Do seu currículo constam Prémios Literários, Menções Honrosas, destaques artísticos e culturais, outros.
Publicações: 'Labirinto de Palavras'; 'Da Raiz (transparências)'; 'Coar Areia - joeirar o mar'; "A Palavra e o Fogo" (Poética); 'Tempo Sem Horas', 'Contos Pródigos (e outros, vadios)', (Conto); 'Ramiro e o Moliceiro — entre a Ria e o palheiro'; 'A ostra Sostra e o mexilhão Molengão'(Infantojuvenil). Coautora em Coletâneas, Antologias, Agendas, Revistas Culturais e Infantojuvenil, tem participações em Portugal, Brasil, Moçambique, Roménia e Equador.
É membro de associações e Agremiações Culturais: APE —Associação Portuguesa de Escritores; APP — Associação Portuguesa de Poetas); GPA — Grupo Poético de Aveiro; AveiroArte — Círculo Experimental dos Artistas Plásticos de Aveiro; ÁRVORE — Cooperativa de Atividades Artísticas, CRL; AAAGP — Associação das Artes e da Amizade Galaico Portuguesa; ARTISET — Associação dos Artistas de Setúbal; CULTARTIS — Associação para a Cultura das Artes; CEMD — Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora; ANP — Associação Nacional de Professores; ACADEMIA UNIÃO CULTURAL (Brasil e Portugal); SOCIEDADE MUSICAL Santa Cecília, Aveiro.






Conceição Ruiva — Figueira da Foz – Portugal. Formação pela Escola de Belas Artes de Lisboa. Professora de Artes no Ensino Oficial durante 33 anos. Presidente da Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa desde 2010.
Está representada em coleções particulares no país e no estrangeiro. Em edifícios públicos, pracetas e em organismos oficiais: Presidência da República desde 1993; Câmaras Municipais, Escolas, Museus, Bibliotecas, Complexo Funerário da Figueira da Foz, Centro de Saúde de Paião, Pracetas e Rotundas com obra sua em Pintura, Tapeçaria, Painéis de Azulejo e Cerâmicos e ainda em Placas toponímicas de Ruas.
Livros Publicados:
2013 Livro de memórias – “Laranjas do meu Quintal”; 2013 – Retrospetiva dos 45 anos da sua carreira artística – “CR 45 anos em Arte. Desde 2015 participação em várias antologias e colectâneas com poesias e contos
Em 2014 é homenageada com a Medalha de Mérito Cultural, pelos relevantes serviços prestados na Cultura– entregue, em cerimónia própria, pelo Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. João Ataíde das Neves
Em 2019 – 2.ª e 3.ª Menções Honrosas– 2 textos em Prosa – Concurso Literário “Elias Cação Ribeiro” 2019– Tema: “No teu Olhar” – Freguesia de Quiaios – Figueira da Foz.
Em 2019 – Menção Honrosa – texto em Poesia – Concurso Literário “Elias Cação Ribeiro” 2019 – Tema: “No teu Olhar” – Freguesia de Quiaios– Figueira da Foz.
Em 2023 Foi distinguida e referenciada no livro “Mulheres da Cultura na Região Centro”, – DRCC– Direção Regional de Cultura do Centro – diretora Dr.ª Suzana Menezes.
Conceição Ruiva


Domingos Lobo
Andei pelos liceus de Lisboa, rebeldia mansa dos anos 1960; pelos corredores das Faculdades de Direito (meu remorso de um semestre), de Letras; pelas salas austeras do Conservatório Nacional a ouvir dos professores, sobre Teatro, o que já havia esquecido e não me interessava – queríamos os interditos: Brecht, Grotovsky, Artaud, Piscator; um mestrado em Administração e Economia Cultural, que utilizei pouco.
Fiz teatro radiofónico e jornalismo em jornais angolanos ao tempo colonial, depois, como freelancer para cumprir os dias e resgatar uns trocos para livros, filmes, viagens.
Meteram-me, à má fila, no negreiro Vera Cruz, rumo às terras angolanas do Cuando-Cubango. Era a guerra e eu, distraído, bebendo a propaganda salazarenta até à imbecilidade, acordei em sobressalto numa noite de bazucas e kalachnikovs, de costureirinhas trespassando os pássaros da noite, frémitos e perplexidade. Chana e capim a perder de vista. Escrevi um livro sobre o tema que anda por aí em estudos académicos, pelas histórias da literatura de guerra e em 2 edições catitas: Os Navios Negreiros Não Sobem o Cuando. Foi a estreia nestas coisas de escreviver. Outros 4 romances se lhe seguiram, mais 3 livros de contos; 5 de poesia; peças de teatro; ensaio, antologias.
Fundei com outros companheiros e dirigi três grupos de Teatro: GATO – Grupo de Acção Teatral de Oeiras; Grupo de Animação Teatral de Salvaterra de Magos e SOBRETÁBUAS - Grupo de Teatro de Benavente; encenei uma vintena de peças, com Tchekov, Strindberg e Santareno como referências pendulares desse labor; chefe de redação do Jornal do Vale do Tejo. Fui programador cultural na Câmara Municipal de Benavente; autarca em Salvaterra de Magos, durante 32 anos (tenho por lá uma rua com o meu nome, o que me sossega de vã eternidade); Presidente do Conselho Fiscal da APE, desde 2000.
Participei na II Bienal de Silves, onde proferi a "lição de sapiência" sobre a obra de Urbano Tavares Rodrigues, e na III Bienal, dedicada à obra de Pedro Tamen; em 3 edições dos ENCONTROS LUSÓFONOS, organizados pela CM de Odivelas; na ESCRITARIA/Penafiel, em 2008, ano em que o evento foi dedicado a Urbano Tavares Rodrigues e em 2013, ano de homenagem a Mário de Carvalho e no III Encontro Internacional de Poetas (Ponta Delgada/2019).
Tenho colaboração crítica e ensaística dispersa por várias publicações: Jornal do Brasil, Vértice, As Artes Entre as Letras, Revista Alentejo, O Escritor, Foro das Letras, Seara Nova, Revista Cultura, EntreLetras, Nova Síntese (da Associação Promotora do Museu do Neo-realismo), Avante! e Gazeta Literária. Dou aulas em Universidades de 3.ª idade; tenho 22 livros publicados e outros em gestação; vários prémios literários e medalhas para polir o ego.
Ainda não estou cansado.








Ernesto Areias
Ernesto Salgado Areias nasceu em Lebução - Valpaços, residindo em Chaves.
Foi professor dos Ensinos Básico e Secundário, sendo advogado desde há trinta anos.
Sócio da Areias Advogados com escritório em Chaves e Lisboa.
Fez o curso de professor do Ensino Básico em Chaves 1977-80 e o de Direito na Universidade Clássica de Lisboa em 1980-85.
Colaborador da imprensa e da rádio tem mantido intensa atividade no associativismo cultural e formação de adultos.
É sócio da Academia de Letras Transmontana; Director desde a Fundação em 1999 da Universidade Sénior de Rotary de Chaves; Membro fundador do Centro de Estudos Judaicos do Alto Tâmega; Membro fundador do Clube dos Amigos do Livro de Chaves;
Da sua autoria:
"Neste cais, para sempre". Esgotou uma edição de autor. Foi republicado em janeiro de 2016 por uma pequena editora.
Colaborador do Dicionário de Trasmontanismos. (2002)
Demónios por Sefarad. Romance histórico (1477 e 1506) (2016)




Gabriel Mendes


Nado entre os montes beirões da alta, na segunda metade dos anos cinquenta, cedo conheceu o sagrado de “Nossa Senhora das Preces”, no seu lugar de Vale de Maceira, na Aldeias das Dez (mulheres), nas terras de Oliveira do(s) Hospital(ários).
Teve que deixar tudo isto para estudar, na “cidade dos doutores”, e poder “ser gente”, como então se dizia, graças à família, que sendo pobre, era rica de futuro. (Agradece a Pai, Mãe, Irmão e Irmã).
Longe dos montes, onde voltava sempre que podia, foi engenheiro... participou em obras grandes (refinarias, petroquímicas, minas, silos, rede de gás, …).
Fez família, tem três Filhas e uma Neta que adora, e..., protarde, começou a escrever versos.


Gilberto Bandeira
Gilberto dos Santos Pereira Bandeira, nasceu em 1946 na freguesia de Cimo de Vila da Castanheira, concelho de Chaves. Fez a escola primária na sua aldeia e depois frequentou o Seminário de Vila Real, onde concluiu o 7.º ano (hoje 12.º).
Emigrou para Paris, onde, como trabalhador-estudante, frequentou a Alliance Française (Diploma Superior de Língua e Civilização Francesa) e depois a Universidade de Vincennes, na área de Economia.
Participou no Maio 68 e esteve ligado a muitos dos movimentos de agitação política na emigração portuguesa. Já depois do 25 de Abril, regressou a Portugal, e começou a leccionar Francês e Economia Política nalgumas escolas particulares no Funchal. Ingressou, depois, nos quadros da CGD, sendo actualmente aposentado da mesma.
Publicou em 2016: O Outro Lado do Silêncio (antologia poética), uma edição da Modocromia.
Em 2020 publicou mais um livro de poesia intitulado Virgínia também uma edição da
Modocromia.
Fez parte do grupo de teatro que, em Paris, levou pela 1.ª vez à cena a peça Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro, com encenação de Carlos César.
Colaborou no Jornal do Emigrante; fundou e dirigiu o jornal regionalista Raia Norte. Actualmente é responsável editorial do jornal Voz da Montanha.
É membro da recém-criada VIA XVII e da Academia de Letras de Trás-os-Montes (ALTM).
Tem participado, activamente nas diversas FLICs (Festa da Literatura de Chaves), organizadas pela VIA XVII em colaboração com o Rotary Club de Chaves.






Hermengarda Maria Brochado Pessanha Ramos, também conhecida como Nocha Maria, nasceu a 19 de agosto de 1957 em Vera Cruz Aveiro, Portugal.
Aos três meses de idade, mudou-se para a Foz do Douro, Porto, onde cresceu e estudou.
Seus tempos livres eram preenchidos com um lápis e um caderno, resultando em vários poemas e contos. Alguns foram guardados, enquanto outros foram lamentavelmente destruídos.
Hermengarda é autora de diversos livros, incluindo: “Grafhein”, colectânea de poesia contemporânea (2016); “Folhas Soltas”, poesia (2017); “Altos Voos”, poesia (2017); “Feitiço”, poesia (2018); “Pássaros Feridos”, contos eróticos, (2018); “Um Amor nas Horas Livres”, romance, (2019); “Nos Porões da Alma”, contos (2020); “Poemas do meu Baú”, poesia (2020); “Os Rostos do Amor”, poesia, (2021). Tendo também participado em colectâneas de poesia e prosa para a Chiado Books.
Todas estas obras surgiram como uma terapia após um derrame cerebral em Outubro de 2015. Um verdadeiro milagre da vida.


HermengardaRamos
João Jorge
João Coelho Jorge, natural de Foros de Salvaterra, filho de gente humilde ligada à agricultura. Com 16 anos depressa percebeu que não tinha nascido para aquela vida e ingressou na Armada. Esta decisão foi também influenciada por alguns primos que por lá andaram e diziam que havia boas condições de vida. Por outro lado na perspectiva de ter de ir para a guerra do Ultramar, estávamos em 1973, a Marinha era o serviço militar menos perigoso, porque ingressando num navio, sempre tinha a protecção do aço.
Depois de 1976 esteve embarcado vários anos em navios de cruzeiros, onde viajou por esse mundo fora, América, Grécia, Itália, Arábia etc. Ingressou na GNR em 1981 e saiu para a reserva militar em 2010. Durante o serviço na GNR, foi Nadador Salvador na Costa da Caparica. Por ter salvo várias pessoas, foi condecorado com a medalha de cobre de coragem, abnegação e humanidade pelo Instituto de Socorros a Náufragos. Também durante o serviço na GNR, foi para Angola (MONUA), ao serviço das Nações Unidas, durante cerca de um ano, com a missão de observador da UN.
Vive em Marinhais desde 1977. Gosta de escrever memórias, de pintar a óleo e a acrílico. Pratica btt, e cicloturismo. Em 2023 publicou o livro “Memórias do Filho da Escola”.




José Geraldo
José Custódio Madaleno Geraldo nasceu no Torrão, concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, Portugal. É casado e tem três filhos.
Licenciado em Ciências Militares na especialidade de Infantaria pela Academia Militar, onde obteve o grau de Mestre em História Militar, em parceria com a Universidade dos Açores. Doutorando em Defesa, História e Relações Internacionais na mesma Academia e no ISCTE.
Prestou serviço em diversas Unidades militares, nomeadamente na Escola Prática de Infantaria, no Instituto Geográfico do Exército, no Quartel-General do Governo Militar de Lisboa e na Direção de História e Cultura Militar. Foi Assessor de Estudos no Instituto de Defesa Nacional, onde também frequentou o Curso de Defesa Nacional. Foi Diretor do Jornal do Exército durante nove anos. Atualmente é coronel na situação de reserva e desempenha as funções de Vice-presidente do Núcleo da Liga dos Combatentes de Mafra e Diretor Executivo da revista Combatente.
Autor da obra As Invasões Napoleónicas – Desde a Ida da Família Real para o Brasil às Linhas de Torres: 1807-1811, uma das obras de referência para a realização do filme As Linhas de Wellington; também autor da obra José Maria Hermano Baptista – Um Herói na Grande Guerra: 1917-1919; mais recentemente, publicou a obra As Invasões Francesas e as Linhas de Torres: 1807-1811”; coordenador do livro Instituto Geográfico do Exército, bem como do vídeo com o mesmo nome, este último distinguido com uma “Mencion Especial” no Festival de Cinema Militar que decorreu na Argentina, em 1998; co-autor de duas obras de poesia e fotografia, juntamente com o fotógrafo Conde Falcão, intituladas Vocação Marítima e D’Aquém e D’Além Mar. É também co-autor da obra – Pensamento Estratégico Português: Contributos [Séc. xvi-xix]. Autor dos livros de poemas Ciclo Lunar I e Amor & Saudade:
Fados e outros Poemas e de diversos artigos publicados em jornais e revistas, como o Azimute, o Jornal do Exército e a Revista Militar.
Como conferencista tem privilegiado as temáticas dos Estudos Camonianos e das Invasões Francesas.
É membro de várias associações científicas e culturais com destaque para a Associação Portuguesa de Poetas, a Liga dos Combatentes, a Associação de Auditores dos Cursos de
Defesa Nacional e o Elos Clube de Lisboa; é sócio efetivo da Revista Militar. É sócio do Clube Militar de Oficiais de Mafra e membro da Sociedade Portuguesa de Autores. Foi Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Associação Portuguesa de Poetas durante vários anos. É Diretor Nacional de Portugal da Diplomacia Civil Jethro e Vice-presidente de Honra da Divine Académie Française des Arts, Lettres et Culture.






Ju Andrade
Nasceu em Castelo Branco.
É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
Foi professora do Ensino Secundário, bolseira do Parlamento Europeu na ETI (Escola de Tradução e Interpretação da Universidade de Genebra), tendo trabalhado também como Intérprete de Conferência junto das várias Instituições Europeias em Bruxelas, Luxemburgo e Estrasburgo.
Vive atualmente em Lisboa.
Obras publicadas:
(12 contos sobre mulheres) Como Se Nada Fosse Edição bilingue Port/Francês, Edições Sempre-em-Pé 2007; Toxic Love, Chiado Editora 2011
"Olhares Dispersos", "Os Murmúrios da Casa", "O Condomínio das Cegonhas" e "Como o Céu à Procura de Trovoada" com a editora Modocromia
Participou na coletânea Palavras de Cristal V Volume, e na coletânea Amantes de Poesia III Volume, editora Modocromia.








Lara Agreiro
Chamo-me Lara Miriam Valente Agreiro, nasci na linda cidade de Santarém no dia 10-04-2006 pelas 6.35h. Pesava 3.350kg e media 48cm. Vivo numa vila muito bonita chamada Marinhais com o meu pai Mário, a minha mãe Rute e a minha irmã Denise. Adoro-os.
Com 3 anos fui para o jardim-de-infância de Marinhais. De início não foi muito fácil pois estava habituada a estar em casa com a minha mãe e por vezes até ia trabalhar com ela, mas depois comecei a gostar muito e fiz muitos amigos. Gostava imenso da educadora Felícia, era muito minha amiga e ainda hoje é. Fazíamos muitas atividades. Aos 6 anos entrei para o primeiro ciclo na escola básica do 1º ciclo de Marinhais, a escola nova, como era conhecida. Tinha uma professora linda chamada Carla que amava muito (e amo), ensinou-me muita coisa. Ela chamava-nos "os meus pintainhos". Tinha um sorriso lindo e um cabelo brilhante, era mesmo linda. Quando transitei para o 3º ano mudámos para o centro escolar de Marinhais, apesar de a professora ser a mesma, eu preferia a outra escola. A minha disciplina preferida era o Português pois sempre gostei muito de fazer textos, inventar histórias, fazer composições.
Gosto de ler, ver televisão, ir ao parque infantil, ir à escola dominical, brincar, escrever, só não gosto muito é fazer os trabalhos de casa. Já pratiquei vários desportos, natação, ballet, trampolins. Frequentei a escola de artes "O batuque" onde aprendi a tocar bateria com o professor David.
Mas, o que eu gosto mesmo é de dançar e escrever. Estou a publicar o meu primeiro livro e estou muito feliz por fazê-lo, para mim é um sonho. Agradeço à minha prima Ana Amaro, por ilustrar todo o meu livro, ela é linda e uma grande artista.
Agradeço à minha editora Esther das edições modocromia por ter acreditado no meu livro e se ofereceu desde logo em publicá-lo, tem sido muito minha amiga e muito carinhosa para mim. O mesmo sentimento tenho pelo professor David, diretor musical da escola de artes "O batuque", por ter aceitado com muita alegria organizar todo o evento da publicação do meu livro. Por fim, mas, a mais importante agradeço a quem me inspirou para começar a escrever, a minha querida mana Denise, mais conhecida por Dé.
Espero que gostem tanto de lê-lo, como eu gostei de escrevê-lo.






Lília Tavares
Lília Tavares, nascida em Sines, começou a escrever textos poéticos aos treze anos enquanto estudante, inserida num contexto académico em que fervilhavam ideais e de onde saíram vários intelectuais do Baixo Alentejo, como António Guerreiro e José António Falcão. Influenciada por este último, começou a divulgar a sua poesia no então Jornal Distrito de Setúbal e a colaborar nos primeiros números do Jornal dos Poetas & Trovadores., como correspondente no Alentejo, de 1980-83).
Foi na livraria Tanto Mar, propriedade do poeta Al Berto, que comprou os primeiros livros de poesia.
Em 1979 editou em Santiago do Cacém, Fusão Crepuscular e outros poemas.
Depois de um longo interregno volta a publicar a solo em 2013: Parto com os Ventos (Kreamus), seguido de Evocação das Águas (Seda Publ., 2015), Sem Luar |haicais| (Temas Originais, 2015), Nomes Da Noite (Col. A Água e a Sede, #2, Modocromia, 2019), Bailarinas de Corda (Poética Ed, 2019), A Timidez das Árvores – Nov., 2020; 2.ª ed, Jan. 2021. (Este título inaugura uma colecção própria, Mãos de Semear, de cariz regular, na Editora Modocromia) e Casa de Conchas (Mar., 2022), com prefácio de José António Falcão.
Parto com os Ventos, livro publicado em 2013, é agora recuperado, 10 anos depois, sob o mesmo título, numa edição revista e aumentada que inclui o pequeno livro Sem Luar (2015) e um novo lote de inéditos. Esta edição contém “A gravidez das Palavras”, prefácio de Carlos Eduardo Leal à 1.ª edição, acompanhado pelo prefácio “Mão de Água Macia” de Carlos Campos.
Em 2021 organizou e seleccionou textos inéditos de 123 autores em Água Silêncio Sede, Antologia em Homenagem Poética a Maria Judite de Carvalho no seu Centenário (Poética Edições, set. 2021).
Em 2022 integrou, a convite, com José Proença Carvalho, o júri do Concurso Nacional TALENTOS CATIVOS II – 2021/2022 – POESIA, promovido pela Dar a Mão – Associação para Ajuda à População Reclusa.
Em Abril de 2010, Lília Tavares cria no Facebook, a Página Quem Lê Sophia de Mello Breyner Andresen, de divulgação diária de Poesia, da qual é co-autora com Carlos Campos. Organiza e participa em eventos poéticos.
É membro da APE, Associação Portuguesa de Escritores.
Lília Tavares é casada e mãe de dois queridos filhos adultos. É mestre em Psicologia Clínica, gosta de viajar, de gatos e de jardinagem.








Capitão de Abril, actualmente Coronel reformado, nasceu em Almada a 28 de Junho de 1942. Foi aluno do Instituto dos Pupilos do Exército e licenciou-se em Administração na Academia Militar. Iniciou a contestação ao regime ditatorial em 1969, no MDP/CDE. Foi um dos capitães da génese clandestina do Movimento do MFA, e na Guiné, eleito para a primeira Comissão do Movimento de Capitães (1973). Durante o Processo Revolucionário foi membro da 5ª Divisão/EMGFA, onde coordenou o CEIP, estrutura de informação pública (rádio, televisão e “O Boletim do MFA”). Foi secretário-geral da Assembleia do MFA e seu porta-voz de 11 de Março a Setembro de 1975. Após o 25 de Novembro de 1975 exilou-se em Cuba e Angola. Foi co-fundador da Associação de Amizade Portugal / Guiné-Bissau, da Associação 25 de Abril, do Movimento Cívico “Não Apaguem a Memória” e da Associação Conquistas da Revolução. Foi Presidente da Assembleia de Freguesia de Santa Catarina (Lisboa) na coligação PS/PCP (1999-2011), candidato à Assembleia da República pela CDU círculo de Setúbal (1999), vereador (substituto) à Câmara Municipal de Lisboa na coligação PS/PCP (2001/2005) e assessor da Câmara Municipal do Seixal (1991/2015). Também desempenhou cargos de administração em entidades municipais do mesmo concelho. É autor de vários livros e obras colectivas, publicou diversos artigos e proferiu inúmeras comunicações sobre o 25 de Abril e o 25 de Novembro, em Portugal e no estrangeiro. Entre as várias homenagens e condecorações destaca-se o reconhecimento da Voz do Operário “pelo importante papel no desenvolvimento da Revolução do 25 de Abril, bem como a luta em defesa dos trabalhadores e do povo, pela Dignidade, Liberdade e Democracia” (2014), as insígnias de Cavaleiro da “Ordem de Avis” (1971) e de Grande-Oficial da “Ordem da Liberdade” (2021).
Manuel Duran Clemente




Captain de Abril, now a retired colonel, was born in Almada on 28 June 1942. He was a student at the Army Pupils Institute and graduated in Administration from the Military Academy. He began protesting against the dictatorial regime in 1969, in the MDP/CDE. He was one of the captains of the clandestine genesis of the MFA Movement, and in Guinea he was elected to the first Captains' Movement Commission (1973). During the Revolutionary Process, he was a member of the 5th Division/EMGFA, where he coordinated CEIP, the public information structure (radio, television and "O Boletim do MFA"). He was secretary-general of the MFA Assembly and its spokesman from 11 March to September 1975. After 25 November 1975, he went into exile in Cuba and Angola. He co-founded the Portugal/Guinea-Bissau Friendship Association, the 25 April Association, the "Don't Erase the Memory" Civic Movement and the Conquests of the Revolution Association. He was President of the Santa Catarina Parish Council (Lisbon) in the PS/PCP coalition (1999-2011), candidate for the Assembly of the Republic for the CDU Setúbal circle (1999), councillor (substitute) for Lisbon City Council in the PS/PCP coalition (2001/2005) and advisor to Seixal City Council (1991/2015). He has also held management positions in municipal organisations in the same municipality. He is the author of several books and collective works, has published several articles and has given numerous talks on 25 April and 25 November, in Portugal and abroad. Among his various honours and decorations, Voz do Operário recognises him "for his important role in the development of the 25 April Revolution, as well as his fight in defence of the workers and the people, for Dignity, Freedom and Democracy" (2014), the insignia of Knight of the "Order of Avis" (1971) and Grand Officer of the "Order of Liberty" (2021).


Margarida Santos
Nasceu em Canelas, Gaia, Portugal, em 1946. Tirou o Curso de Pintura Decorativa e o de Adaptação às Belas Artes na mesma Escola, em 1963. É licenciada em Escultura pela ESBAP/1968. Foi Professora de Artes no Ensino Secundário e de Educação Visual no Ensino Preparatório entre 1968 e 2006. Exerceu vários e diversificados cargos no Ensino, sobretudo de Coordenação Didático - Pedagógica. Integrou a Equipa Pedagógica de Educação Visual da Telescola. Foi Diretora Artística da Galeria da Praça/Porto. Criou o programa televisivo na RTP1 «Jeito e Efeito». Foi autora de múltiplos Eventos, Tertúlias Poéticas e Programas Culturais, tendo criado e chamado a si pessoas e grupos de intervenção artística, teatral, social, poética e literária. Foi e continua a ser autora de obras de Escultura pública e privada. Realizou dezenas de trabalhos por encomenda: bustos, retratos, baixo e alto relevos, troféus, múltiplos, medalhas. Foi convidada a executar Monumentos Escultóricos de Arte Pública Urbana, em grande escala, implantados em diferentes locais, alguns fora do país. Realizou centenas de obras de autor e de exposições individuais de Pintura Escultura e Desenho. Participou em várias centenas de mostras coletivas. Promoveu e desenvolveu múltiplas ações de cidadania. Dedicou-se à solidariedade na promoção da Dádiva Benévola de Sangue. Presidiu a Fundações de âmbito cultural. Trabalhou nos media: jornais, rádio e televisão. Há publicações suas dispersas em revistas, jornais, catálogos, antologias poéticas e outras. Fez crítica de Arte e montou exposições de artistas cujos catálogos prefaciou. Apoiou e promoveu jovens talentosos que vieram a revelar-se grandes artistas. Fez conferências de apresentação de autores e de livros. Foram-lhe atribuídos Prémios, Medalhas e Menções Honrosas nas áreas Culturais, da Arte, da Prosa e da Poesia. Publicou poesia e texto poético em Coletâneas de Poesia e Prosa. Publicou os livros «eu amo tu» (Arte e Poesia), «Fragmentos de uma Biografia Roída» (Biografia), «Luz Íntima» (Poesia) e «Do Barro ao Bronze - Assim nasce uma Escultura» (Arte/Escultura Modelada). Em toda a sua multifacetada atividade deixa-se guiar pela paixão e pelo sonho. Prossegue a trabalhar nas artes e na escrita em atelier próprio desde 1964.


Maria Fernanda Silva (Milanda)
Ainda muito jovem, viu dois textos seus, assinados com o pseudónimo Milanda, serem publicados no jornal Planalto, de Nova Lisboa (actual Huambo), por Ernesto Lara Filho.
A família e sociedade conservadoras não teriam visto com bons olhos a publicação regular da sua escrita. Por isso limitou-se a desempenhar, com afecto, generosidade e dedicação, os papéis que lhe estavam reservados: filha, mulher, mãe. Na leitura continuou a encontrar o alimento de que a sua mente e espírito careciam.
Em tempos muito conturbados, regressou ao seu país de origem, Portugal, trazendo quase exclusivamente na bagagem o incondicional amor a Angola. A vida não lhe foi amena, mas Maria Fernanda não se rendeu. Cuidou dos seus, trabalhou, foi pouco a pouco reconstruindo um mundo à sua medida, aprazível
e tranquilo.
Em 2018, retomou a escrita – as palavras a chamá-la, por vezes noite dentro. Poemas e crónicas dispersas que lhe iam “acontecendo” e despretensiosamente publicava no Facebook eram calorosamente acolhidos pelo chamado “leitor comum”, mas também por escritores de diferentes gerações, seus amigos virtuais. Em 2019, uma selecção de poemas seus deu corpo a um primeiro livro, Sei Como é Frágil a Vida.
Nesta terceira etapa da sua existência, contra a por vezes absurda realidade ou de mão dada com ela, Milanda continua a partilhar com os seus leitores as palavras com que brinca, medita ou se/nos interroga, ao sabor das circunstâncias. Saibamos acolhê-las com o carinho, o interesse e o respeito que nos merecem.








Maria Helena Martins
Maria Helena Martins, nasceu em Setúbal, no antigo Largo da Portuguesa. No dia 1 de dezembro. Fez o Curso Geral de Comércio na Escola Industrial e Comercial de Setúbal. Saiu de Setúbal para estudar em Almada e depois, para Lisboa, iniciar Economia Política. Cedo percebeu que a vontade de ser útil a causas mais nobres era a escrever que a realizava. Começou a sua vida ativa e partiu para França. Levou na bagagem vários recortes de jornais com artigos seus. Sua simpatia e fácil relacionamento aproximaram-na facilmente dos grandes deste mundo: - Picasso, Simone de Beauvoir, Sartre, Salvador Dali, Moustaki, Alain Delon, Catherine Deneuve, entre os conhecidos que frequentavam os melhores salões de Paris. Foi descoberta por uma grande bailarina de origem indiana, Manuela Miranda, que era sua professora de dança, para fazer os desfiles de moda mais cotados em Paris. A partir daí não deixou mais de trabalhar como modelo e manequim. Dior, St. Laurent, Ted Lapidus, Givenchy… e muitos mais. Representou a Moda Francesa em muitos países. Viajou pelo Mundo, morando em França, na Suíça e Grécia. Em 1973 foi convidada pela Embaixada de Portugal para o concurso Miss Portugal/França e Miss Mundo Portuguesa, que venceu.
Foi a Primeira Dama de Honor representando de novo Portugal na MISS MUNDO. Classificada entre as 15 primeiras dos 78 países convidados. Ganhou Miss Simpatia. Casou em França com um apreciado fotógrafo de Moda. Não teve filhos. Depois de uma vida bem realizada MALENA, como é conhecida, nunca deixou de escrever e foi correspondente das revistas portuguesas, "Gente", "Colecções", "Setúbal Magazine", "O Século Ilustrado". A poesia é o seu profundo sentir e a maneira de sintetizar os seus sonhos simples de vida terrestre. Tem dois amores a POESIA e a FOTOGRAFIA. Com vários trabalhos publicados, editou três livros "SOPRO DE IMAGENS", "RETALHOS DE MOMENTOS", e "ALMA INQUIETA". Faz também parte do livro "50 MULHERES DE ABRIL" e da COLETÂNEA DA GALERIA PÓLVORA DA CRUZ. Atualmente faz parte do XVII volume da ANTOLOGIA DE POESIA PORTUGUESA "Entre o Sono e o Sonho" e prepara outra exposição de fotografia. Em França colabora em eventos e concursos de Poesia Francesa. Faz parte de reuniões de poetas e de artistas multifacetados entregando-se com carinho à vida como se fosse o último momento, deixando ao leitor a descoberta da sua alma insubmissa e livre.


Malena
Maria Isabel Loureiro
Maria Isabel Loureiro, nasceu em Figueira da Foz – Portugal. Reside em Lisboa.
Tirou o Curso do Magistério Primário em Coimbra e o Curso de Educação pela Arte em Lisboa. Lecionou o 1.º ciclo em Tomar, Figueira da Foz, Porto e Lisboa. Foi diretora de escolas, responsável bibliotecária e diretora pedagógica. Lecionou no Ciclo Preparatório, em Lisboa, na Escola Preparatória Marquesa de Alorna.
Fez parte da equipa do Ministério da Educação para os programas do 1.º ciclo.
Participou em várias Feiras do Livro de Lisboa e Porto, a convite das editoras. Fez dezenas de sessões de leitura de contos em escolas, livrarias, bibliotecas, em vários pontos do país.
Publicou 104 livros didáticos (manuais escolares, alguns com co-autores) nas editoras: Foc Escolar, Didáctica Editora e Editorial O Livro.
Publicou 26 livros infantis e infanto-juvenis:
Coleção Pituxa – Didática Editora – 8 livros.
A Viagem da Sementinha – Everest Editora.
Coleção A Vovó Ensina-te… – Bertrand Editora (5 publicados).
Coleção Sementinhas – Editora Quebra-Nozes (Saída de Emergência) – (3 publicados); João e o Pardalito de Bico Amarelo – Editora Quebra-Nozes.
Férias em Quiaios – Morcegos ou Disco Voador? – Glifo Editora.
O Gato Preguiçoso – Edi. Vieira da Silva; A Sementinha na Quinta do Moinho – Edi. Vieira da Silva; Quando a Vovó era Menina – Edições Vieira da Silva.
A Sementinha no Rio de Janeiro – Editora Uirapuru de São Paulo; João e o Passarinho de Bico Amarelo – Editora Uirapuru de São Paulo.
A Vovó em Menina – Brincadeiras e peripécias – Editora Glifo.
Jack nas Ondas do Mar – Ómega Editora.
A Magia das Chaves – Antologia (que organizou e onde publicou um conto).






Pintora sou.
Pela pintura me exprimo.
O complemento? A poesia!
Tantas vezes a escrita
me é necessária! Urgente!
Desde sempre.
Em adolescente vi poemas meus serem publicados na página de jovens do jornal semanal DOMINGO, em Lourenço Marques, Moçambique.
Em 2019, Março, mês da Mulher, participei com dois poemas na MARZOI, numa colectânea de poesia orientada pelo poeta colombiano Hector Herman Hurtado, difundida na internet, juntamente com poetas de outros países, participantes do festival de poesia da Colombia, com sede em Medelín.
Em 2020, integrei a colectânea “VI Cadernos de Poesia 2020” do Círculo Artístico e Cultural Artur Bual, Amadora.
EM 2020 participei na colectânea !DE CANETA EM RISTE CONTRA O VIRUS! durante o confinamento, publicada on line, organizada pela Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso, Águeda que será, em breve, publicada pela MODOCROMIA editora.
Em 2021, integrei a colectânea “VII Cadernos de Poesia 2021” do Círculo Artístico e Cultural Artur Bual, Amadora.
Em 2022 editei o Livro TATUAGEM, Edição de Autor.
Colaborei na Colectânea 50 Anos 25 de Abril da Infinita Editora, 2024.


Maria José Ferreira


Maria Lucília F. Meleiro
Natural de Lisboa, nasceu a 7 de Junho. Estudos de Linguística e de Literatura Inglesa e Alemã na Universidade de Lisboa.
Mestrados em Psicologia e Literatura. Poeta ficcionista, ensaísta, investigadora, tradutora e palestrante.
Autora do ensaio “A Mitologia dos Povos Germânicos” e dos romances históricos “A Rosa de Alexandria”, “Iraque, o Pranto de Ishtar”, “As Máscaras da Paixão”, “A Última Mensagem de J.C.”; escreveu também os livros de poesia: “Flor do Caos” e “Conjugações Imprevistas”.
Prémio por mérito cultural, em duas Universidades de Lisboa, em 2015 foi atribuída à sua poesia uma menção honrosa pela C.M.L. e em 2019 recebeu dois prémios literários em França Amavica 2019 (Occitanie-Capestang) e Prix de la Communauté des Communes (Narbonne); em 2022 foi agraciada com o prémio Naji Naaman (Líbano), pelo conjunto da sua obra e em 2024 foi premiada em Itália.
Autora e adaptadora de teatro medieval escreveu em co-autoria a peça “Couratos de São Bento”, comédia satírica, “Descida aos Infernos”, adaptação do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, e “Palavras de Nunca Mais”, sobre quatro poetisas portuguesas.
Tem colaboração dispersa em inúmeras revistas literárias e antologias poéticas, tanto em Portugal como no estrangeiro, e a sua obra está traduzida em francês, inglês, espanhol, alemão, árabe, romeno e farsi.
Participa regularmente em festivais de poesia no estrangeiro como poeta convidada.
É membro da A.P.E. (Associação Portuguesa de Escritores), da A.P.P. (Associação Portuguesa de Poetas) e Delegada Cultural em Portugal do Liceo Poético de Benidorm (Espanha).
Traduziu muitas obras de ficção como “Os Filhos do Graal” e o “Sangue dos Reis” de Peter Berling e “Rameau’s Niece” de Cathleen Schine.
Exerceu a docência, durante vários anos, no ensino oficial, como professora do Quadro de Nomeação Definitiva do Ministério da Educação.




Maria Luz
Maria Luz, pseudónimo de Maria Helena R. Duarte Furtado da Luz. Nasceu em Lisboa, no Bairro de Campolide a 1 de Agosto de 1950. Infância repartida entre Lisboa e Alentejo, onde estão as suas raízes. Fez o curso na Escola Fonseca Benevides, onde teve como Professora de Português e Literatura, Matilde Rosa Araújo, que viria a influenciar o seu gosto pelas letras e poesia. Com ela, aprendeu a gostar de Florbela Espanca e Camões.
Gosta de coisas simples da vida: De Lisboa, do Tejo, apaixonada pela Natureza (faz parte dela).
O seu livro de cabeceira: "O Princepezinho".
A canção "Imagine" de John Lennon
O Filme "Les uns et les Outres" de Claude Lelouche.
Os seus cadernos a que gosta de chamar "Cadernos da Vida". São só palavras diversas, fantasias de quem gosta de escrever juntando tudo em rimas dispersas, são lágrimas e sorrisos, perdas e vitórias também.
Bibliografia
Escreveu para algumas publicações femininas nomeadamente para a Revista "Activa" tendo sido premiada em cartas do mês.
Em Outubro de 2015 foi publicado o seu primeiro livro "Retalhos"
Em Outubro de 2016 publicou o segundo livro "Chá de Tília".
Em Novembro de 2017 publicou o terceiro livro "Emoções". Em 2018 "No Tempo das Flores Vermelhas".
Edições Modocromia Em 2016 participou na Colectânea de Poesia "PALAVRAS DE CRISTAL" IV Volume. Editado pela Modocromia
Em 2016 participou na Colectânea "LUGARES E PALAVRAS DE NATAL" V Vol. – Editado pela Editora Lugar da Palavra
Em 2017 participou nas Colectâneas de Poesia: "SOLAR DOS POETAS" II Volume; "LIVRO ABERTO"
"AMANTES DA POESIA" Edições Modocromia / Rádio Popular FM
Quem sou eu? Meramente uma amante das palavras.










Maria Madalena Ramos
Maria Madalena Ramos, nascida em Portalegre a 26 de abril de 1955. Reside atualmente em Vila Franca de Xira.
Iniciou os seus estudos em Vila Franca de Xira e deu continuidade em Lisboa na área de letras.
Partilha a sua escrita num Blogue pessoal e numa página denominada Entrelinhas.
Publicou um livro em outubro de 2017 com a Chiado Editora intitulado Virar da Página.
Participou também em várias Antologias – Livro Aberto, Palavra Cantada, Magia das Palavras, Chiado Editora, O Declamador.
Está no seu horizonte continuar a escrever e se possível a partilhar pensamentos e sentimentos para mais tarde poder ser recordada.
Com a Editora Modocromia publicou os livros de poesia, "Mãos que Falam" e "O silêncio das Palavras".




Mário Nóbrega
Jornalista, deu os seus primeiros passos no mundo dos livros em março de 2010, com a publicação de A vida tem cada coisa..., editado pela Temas Originais. Trata-se de uma seleção de opiniões que escreveu no jornal A Bola, entre 2007 e 2009. Praticamente um ano depois, em fevereiro de 2011, continuou a sua viagem pelos livros com Marcha Atrás, uma seleção de histórias da sua infância e adolescência, vividas no bairro de Alcântara, onde nasceu, em 1950. Título também com a chancela da editora Lua de Marfim.
Optou, depois, por uma incursão pelo romance policial. Nesta área da literatura viu editados, ainda com a chancela da Lua de Marfim, Um Mês, em outubro de 2011, e Futuro Risonho, em fevereiro de 2013.
Com a chancela da Editora Modocromia, publica em 2022 "O Baile da Rainha" e em 2023 "Vinhas de Sangue".




Olga Coimbra
Nasci a 16 de dezembro de 1962, na freguesia de Santa Justa em Lisboa. Tenho dois filhos e dois netos. Vivo desde criança em Marinhais, uma vila do Concelho de Salvaterra de Magos. Sou licenciada em Educação Social e desenvolvo funções de Técnica na área social deste município ribatejano onde trabalho há 32 anos.
Não sou escritora, apenas nutro um gosto imenso pela leitura e pela escrita, passando para o papel pequenas crónicas que partilho com amigos, nada mais.
Contudo, sem o propósito inicial previsto, a ideia de escrever o livro - "Não partas antes de mim" - surgiu da minha viagem a Florença em julho de 2019. Sendo o objetivo de apenas escrever algo pessoal que perpetuasse as memórias da beleza, da história e das emoções vivenciadas naquela cidade, acabei por dar vida a Luísa, a protagonista desta narrativa ficcional.






Preciosa Covas
Nasceu em Marinhais, Santarém a 7 de abril de 1958.
Filha de pais humildes, trabalhadores rurais, colheu deles a sua sensibilidade; cedo se revelou uma criança curiosa pelo saber. A sede de aprender, descobrir o porquê e a razão de ser das coisas, aguçou-lhe a sageza que apurou com a leitura de obras de grandes autores através da biblioteca itinerante da Gulbenkian, vindo a descobrir que muito do que sentia na alma se chamava, afinal, POESIA.
Tendo por base a grande paixão por poesia, foi impulsionada por amigos poetas a tirar poemas da gaveta e a publicá-los, o que tem vindo a fazer na sua página de Facebook.
Fez a sua estreia literária, na coletânea da Editora Modocromia, "Amantes da Poesia" volume lll 2018. Seguiu-se a coletânea Livro Aberto 2019, Programa de Ana Coelho, na Rádio Voz de Alenquer; coletânea "Juntos Pela Pipoca" 2020, Livro Solidário promovido pela Palavra Cantada "Associação de Cultura"; coletânea "Duetos Dordianos- Alma a Duas Mãos" (In-Finita) 2020 Coordenador João Dórdio e coletânea Ideários 2 "A Mulher no infinito dos tempos" 2020, coordenador Álvaro Giesta.


Raúl Ferrão
Raúl Ferrão, natural de Lisboa, foi sócio-fundador e Presidente da Direcção da extinta “Mar D’Artes” – Associação de Cultura & Arte – Portugal, onde exerceu uma actividade permanente no sentido de promover e dar voz a vários criativos na área da literatura, da pintura e da fotografia.
Artista plástico assumido em Portugal e internacionalmente, dedicando-se à literatura, pintura, escultura de madeira e artesanato, acredita que a arte em geral é poesia cantada noutras cores. É autor de algumas publicações em prosa e poesia participando activamente em inúmeros eventos, tais como Tertúlias Poéticas. É membro do Grupo Poesia no Palácio, da Póvoa de Santa Iria, onde colabora regularmente nos vários eventos que o grupo organiza no Palácio da Quinta da Piedade. Com uma experiência colhida ao longo dos anos onde se incluem as suas passagens pelo Teatro de Amadores durante vários anos e também pela Rádio, onde criou o programa semanal, “A Idade dos Saberes”, que esteve no ar cerca de dois anos na Rádio Popular FM. Aplica os conhecimentos adquiridos em tudo o que cria, acreditando que a literatura, a pintura, a escultura de madeira e o artesanato representam uma mesma consciência criativa, apresentada em linguagens diferentes.
Currículo Literário
Uma Flor Num Campo de Gente foi o seu primeiro livro de poesia, publicado em 2013 – edição de autor.
Tem outros trabalhos publicados, em prosa e em poesia, inseridos em várias colectâneas, nomeadamente:
Colectânea Poetas do Barreiro, edição da Câmara Municipal do Barreiro - 1989; Colectânea de Poesia A Essência dos Sentidos, Edições Oz – 2013; 1.ª Antologia Amantes da Poesia, edição Universus - 2014. Presente em todas as edições das Colectâneas de Poesia Palavras de Cristal - edição Modocromia, tendo prefaciado o V volume. Colectânea Amantes da Poesia II, edição Modocromia – 2017.
Publicou em 2014 o seu 2º livro de poesia, Sementes de Poesia, edição Modocromia. Publicou em 2018 o livro Contos da Beira-Rio, edição Modocromia.
Na prosa, foi ainda galardoado com duas Menções Honrosas em Jogos Florais promovidos pela Casa da Cultura da Quimigal – Barreiro, em 1981 e 1986, em cujas colectâneas se encontram publicados os dois contos premiados, Salto – Colectânea dos Jogos Florais Quimigal/81 e Maré Viva – Colectânea dos 18.º e 19.º Jogos Florais, IX e X Luso-Brasileiros da Casa da Cultura dos Trabalhadores da Quimigal 86/88.
Tem na forja um novo livro de crónicas cuja publicação está prevista para 2024.






Rosário Freitas
Maria do Rosário de Fátima Serrado de Freitas nascida a 7 de novembro de 1951, portuguesa, natural de Angola. Licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, especialização em Estudos Orientais, na mesma Faculdade. Formadora em Metodologias de Trabalho de Grupo. Professora de Filosofia e Psicologia de 1980 até 2010.
Elemento do grupo, «um poema na vila», de Coruche desde 2012. Presidente da Direção da Oficina de Artes de Coruche-ODAC de 2014 a julho de 2019.
Publicação individual:
Solto palavras ao vento, Apenas Livros Lda, outubro 2014; Outra Lua, Apenas Livros Lda, abril 2018.
Participação em coletâneas:
Em novembro de 2012, colaborei com um poema na publicação coletiva A Minha Rua, um poema na vila, Editora Apenas Livros Lda, coleção literalhas NOBELizáveis, 96. Coletânea o montado – um lugar poético, um poema na vila, id.
Participação com três trabalhos no livrinho, Criança, coletânea vários autores, edição e composição de Maria Melo, Santo António dos Cavaleiros.
Em 2016, coletânea Fusão de Sentires, poesia regional, Pastelaria Studios, dois poemas.
Em 2016, A Ulisses Duarte, um Poeta de Excelência, Horizontes da Poesia, EUEDITO, um poema.
Desde 2015 colaboro com textos poéticos na coletânea do grupo Horizontes da Poesia.
Em 2020 e em 2021 participei na coletânea Livro Aberto da Rádio Voz de Alenquer; Invisíveis Olhares, da mesma Rádio.
Tenho participado na Alma Latina, coletânea de Autores Latinos no Mundo, Coordenação de José Maria Ramada.
Um poema na contracapa da obra em homenagem a Florbela Espanca, Escreve-me, organização de Pietro Costa e Charlan Fialho, Brasil 2022.
O meu nome consta na obra de Tomás Gavino Coelho Autores e Escritores de Angola, istibus.


Virgínia Costa, nasceu em Bencatel, concelho de Vila Viçosa. Possui o Curso do Magistério Primário e a Licenciatura em História, pela Universidade de Lisboa, tendo enveredado pelo ensino desta disciplina.
Em Vila Viçosa, onde residiu, formou e dinamizou o Clube de Teatro, no extinto Centro Cultural Bento de Jesus Caraça, após Curso de Teatro, no Garcia de Resende, em Évora.
Em Setúbal, onde vive há cerca de 40 anos, continuou a leccionar no Ensino Secundário, dinamizando também Teatro de Escola.
Virgínia Costa


Vítor Costeira
Vítor Manuel do Nascimento Costeira, nasceu num dos bairros mais típicos de Lisboa, a Mouraria, numa época em que a cidade cheirava a fado, varinas, pregões populares, jornaleiros, castanhas assadas, santos populares, fogareiros à porta, enfim... um todo imenso que caracterizava um povo simples numa convivência que marcou profundamente todo o seu caminho emocional e literário.
Ao longo da sua vida, foi aprendiz de algumas artes profissionais, tais como marceneiro, litógrafo, empregado de balcão, militar na Marinha de Guerra, explicador de matemática e de língua portuguesa, mas sempre, sempre, aprendendo com todos quantos com ele conviveram, um eterno aprendiz!
Até à chegada deste livro, publicou, desde 2015, sete livros, entre Poesia, Prosa, Contos e Crónicas, participou como co-autor em várias Colectâneas e Antologias e obteve alguns prémios por participações em concursos e desafios literários.
Para além do mencionado, foi autor de diversos prefácios, posfácios e notas, foi convidado para saraus, programas culturais de rádios e televisão e apresentou e fez a revisão de obras de outros autores.
Foi, ainda, colaborador de dois programas de Poesia em duas estações de rádio.


















































































