Editora Modocromia

Acreditamos que cada livro nasce de uma voz única e merece um cuidado editorial
à altura da sua essência.

O nosso compromisso é construir parcerias sólidas com os autores, acompanhando cada obra desde a sua conceção até ao encontro com os leitores.

Trabalhamos para garantir qualidade gráfica, rigor editorial e uma divulgação ampla e consistente, valorizando o percurso e a identidade de cada escritor. Mais do que editar livros, procuramos criar pontes entre autores e leitores, dando visibilidade às histórias, memórias e ideias que merecem ser partilhadas.

Acompanhamos os autores em todas as etapas do processo editorial — da seleção
e revisão do texto à edição, distribuição e promoção da obra — oferecendo um apoio próximo, humano e profissional.

Na Modocromia, cada livro é tratado como um projecto singular, com dedicação, sensibilidade e respeito pela criação literária.

A PUBLICAR BREVEMENTE

Uma travessia geográfica transforma-se numa cartografia interior.

Entre arquitetura sagrada, paisagens do Himalaia e gestos cotidianos.. o alimento, o silêncio, o encontro, Tainá percorre um território onde memória, corpo e ancestralidade se tornam matéria de linguagem. Do Brasil ao Nepal, a viagem desenha um eixo entre floresta e montanha, origem e revelação. O Nepal não surge como destino, mas como território de consciência. Tainá não é uma pessoa, mas um corpo de linguagem, a figura através da qual experiência, memória e imaginação se tornam narrativa.
Neste percurso, fotografia, escrita e experiência vivida operam como camadas de uma mesma investigação: a reintegração do feminino na meia-idade, a passagem do nome herdado ao nome escolhido, o nascimento de Tara como consciência e não como personagem.

Quando os Ventos Mudam é um objeto de fronteira entre relato, ensaio visual e narrativa de transformação. Um trabalho sobre pertencimento, escuta e retorno… entre Amazônia e Himalaia, entre a mulher que sobrevive e a que se nomeia.

É neste seixo rolado, a Terra, à beira do oceano do Universo, que se conhece, para já, a vida. Por essa razão, para muitos, o seixo e a vida ganham dimensão divina. Seja como for, os poemas deste livro exaltam-na, no seu canto, mesmo que, por vezes, se ouçam os sons da revolta contra o que atenta a sua dignidade, beleza ou existência.

Mas o melhor é ler.

A Terra chama.

Escuto.

Num arco de contos entrelaçados, a narrativa percorre lugares argentinos encostadas à Cordilheira dos Andes, onde a vastidão da paisagem rural molda destinos. As histórias cruzam-se como planos de um mesmo filme e as personagens afastam-se e regressam, carregando memórias comuns.A infância e a adolescência surgem como temas fundadores — feitos de jogos e em permanente contraste com a cidade, presença distante e quase mítica, ora promessa de fuga, ora ameaça de desenraizamento. A amizade e o amor nascem em gestos mínimos, testados pela dureza do quotidiano, pelo alcoolismo que corrói a racionalidade e pela herança familiar que pesa como a montanha no horizonte.

Esta publicação abrange palestras que se situam entre 1990 e 2022, traduzem, portanto, um percurso de mais de três décadas, consubstanciado em cerca de cinquenta e quatro palestras proferidas em universidades, diversas associações culturais, e centros de investigação, destinadas a um público ora heterogéneo ora diferenciado, tendo em vista momentos de efectiva comunicação, diálogo e debate de ideias.

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Os temas aqui apresentados, de forma aparentemente aleatória, distribuem-se por quatro grandes secções, consoante a natureza dos seus conteúdos gerais. São elas: I Mitologias; II Memória da História; III Correio das Almas; IV Literatura.

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